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Vasinhos

TIPOS DE TRATAMENTO PARA VASINHOS
As modalidades de tratamento para vasinhos atualmente disponíveis são as escleroterapias (ou “aplicações”).
Os tipos de escleroterapia para vasinhos são:

ESCLEROTERAPIA CONVENCIONAL
É realizada em qualquer tipo de vasinho, exceto as muito finas, que as agulhas não conseguem pegar. Os produtos mais utilizados são a Glicose 75% e o polidocanol. A primeira tem a vantagem de ser natural e não ter risco de alergia, porem, provoca dor e queimação durante e após a sua injeção. O polidocanol não provoca dor ou queimação após sua injeção, porém, não pode ser feita em alérgicos.
Neste tipo de tratamento, os vasinhos são puncionados por uma agulha bem fina e o produto injetado fará um processo inflamatório para secar as veias.


CRIOESCLEROTERAPIA
É um tipo de aplicação que se utiliza a glicose 75% quase congelada na injeção. Este método é melhor para os vasinhos tipo “cacho de uva” e de calibres médios, com a vantagem de sua injeção ser indolor (não fica ardendo como a glicose 75% em seu estado de temperatura ambiente) e ainda o frio do produto atuar como anestésico e aumentando o poder inflamatório para secar os vasinhos.

Vasinhos tipo “cacho de uva”
LASER TRANSDÉRMICO
O laser no tratamento de vasinhos tem sua indicação principal em vasinhos muito finos, cuja agulha não consegue pegar e em pacientes com pavor/ medo de agulhas (o Laser não usa agulha). Não pode ser feito em veias muito profundas, pois aumenta o risco de formar pequenas feridinhas na pele. O laser no tratamento dos vasinhos atua em penetrar uma energia por um feixe de luz LASER, que interage com um pigmento alvo (no caso, a hemoglobina do sangue dos vasinhos) e esta interação aquece e queima o vasinho. O disparo, penetração e aquecimento do vasinho ocorre em milésimos de segundo e este processo provoca uma dor tipo queimação muito rápida e tolerável, que não fica “ardendo” ou queimando depois, como ocorre na escleroterapia convencional com glicose 75%. Podem surgir algumas “casquinhas” na pele, pois o Laser interage um pouco com a melanina da pele. Por isso, não é recomendável para pessoas que estão com bronzeado recente ou peles mais morenas ou naquelas que tem distúrbio de pigmentação, como o vitiligo.


Aparelho Cryosystem para resfriamento das seringas usadas na crioescleroterapia.

LASER TRANSDÉRMICO
O laser no tratamento de vasinhos tinha sua indicação principal em vasinhos muito finos, cuja agulha não consegue pegar e em pacientes com pavor/ medo de agulhas (o Laser não usa agulha). Atulamente os aparelhos modernos que trabalham com laser advindo de cristais ND-YAG possibilitaram o tratamento de veias intermediárias, de aspecto esverdeado, conhecidas como veias reticulares, que antes eram tratadas apenas com micro-cirurgia. Daí surgiu a técnica CLACS, que nos últimos anos vem ganhando mais adeptos entre os angiologistas e possibilitado reduzir a necessidade de muitas micro-cirurgias.
A ação do laser no tratamento dos vasinhos atua em penetrar uma energia por um feixe de luz LASER, que interage com um pigmento alvo (no caso, a hemoglobina do sangue dos vasinhos) e esta interação aquece e causa um tipo de “cauterização”. O disparo, penetração e aquecimento do vasinho ocorre em milésimos de segundo e este processo provoca uma dor tipo queimação muito rápida e tolerável, que não fica “ardendo” ou queimando depois, como ocorre na escleroterapia convencional com glicose 75%. Podem surgir algumas “casquinhas” na pele, pois o Laser interage um pouco com a melanina da pele. Por isso, não é recomendável para pessoas que estão com bronzeado recente ou peles mais morenas ou naquelas que tem distúrbio de pigmentação, como o vitiligo.
CLACS
Crio-Laser Crio-Scleroterapy: É a técnica mais moderna no tratamento dos vasinhos hoje disponível. Utiliza na verdade a combinação com o que tem de melhor na escleroterapia convencional, crioescleroterapia e laser transdermico. Na mesma sessão, utilizam-se as três técnicas acima descritas aliadas à tecnologia da realidade aumentada, onde o aparelho VEIN VIEWER possibilita a visualização das veias alimentadoras e suas ramificações não muito perceptíveis ao olho nu.
Com o método CLACS consegue-se em menos sessões realizar o tratamento e com resultados mais duradouros do que a escleroterapia convencional.

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Fotos: Utilização do aparelho de realidade aumentada: Vein Viewer

O Dr. Flavio Senefonte fez treinamento com quem criou a técnica, o Prof. Dr. Kasuo Miyake.



  

Aparelho para Laser disponível na clínica ANGIOVIDA: ETHEREA Laser ND-YAG 1064nm

Aparelho Siberian, para resfriamento da pele antes e durante o tratamento de escleroterapia convencional e ou Laser. O resfriamento da pele “engana” os receptores de dor e cria uma certa “analgesia” da pele e a protege da queimadura do Laser.